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sábado, 23 de junho de 2012

E agora?


Saiu do papel, a dita monografia.
E eu, que sou meio desalentada com o mundo...
Fui guiada para outros saberes...
(Nada acontece como o planejado mesmo!)

E agora, me sinto perdida: Missão cumprida!
(Ou, quase cumprida, pois falta a banca)
Não sei mais o que fazer...
Onde devo ir?

Ou sei: Voltar ao início...
E pensar: Preciso começar! Preciso começar!
Tomar a coragem dos inconformados, outra vez.

E andar mais um passo.
Sair da sombra confortável da árvore.
Aquela, na beira da estrada...
E caminhar...

sábado, 31 de março de 2012

Bloqueio Criativo

Estou nessas...
De milhares de coisas...
Nada muito excepcional...

Difícil é sair dessa inércia intelectual...
Com um mundo tão interessante lá fora..
Os livros por ler se acumulam...
Assim como os filmes para assistir...

Da monografia, maldita, 5 parágrafos...
Ainda faltam 49 páginas!
Tudo, ainda,na minha mente...
O problema é sentar e escrever...

Felizes aqueles que não precisam de pressão para produzir!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Enquanto o fim do semestre não vem…

Aguardo as provas e o término dos infindáveis plantões…
Fico pensando que a vida é como um ciclo PDCA…
Não se pode descuidar da fase de verificação e controle!
Senão, corre o risco da coisa toda desandar…

FATO: Esse semestre precisa de terminar urgentemente!

terça-feira, 29 de junho de 2010

Pequenas Reflexões Econômicas

Se você tem duas vacas...
Socialismo: O Estado apropria-se de uma e a dá a alguém.
Comunismo: O Estado
apropria-se das duas e lhe dá o leite.
Fascismo: O Estado
apropria-se das duas e lhe vende o leite.
Nazismo: O Estado
apropria-se das duas e mata você.
Capitalismo: Você vende uma e compra o touro.


domingo, 31 de janeiro de 2010

Invictus


"Diz a lenda" que Mandela recitava o poema Invictus, de William Ernest Henley, para manter a sanidade enquanto estava preso em Robben Island...

Out of the night that covers me,
Black as the Pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.
 
Além da noite que me protege,
Escura como as profundezas do abismo,
Agradeço aos Deuses que existam
Por minha alma inconquistável.

Nas garras cruéis das circunstâncias
Eu não recuei, nem gritei.
Sob os golpes do acaso
Minha cabeça sangra, mas está erguida.

Além deste lugar de fúria e lágrimas
Avulta-se somente o horror das trevas,
E,
apesar disso, a ameaça dos anos
Me encontra, e encontrará, sem temor.

Não importa quão estreito seja o portão,¹
Quão cheio de castigos o pergaminho,²
Sou o dono do meu destino:
Sou o capitão da minha alma.³

Alusão a Mateus 7:13-14¹;
Referência à Bíblia
²;
Declaração ateísta
³


Aguardemos para conferir o desempenho do filme Invictus, de Clint Eastwood, na cerimônia do Oscar...

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Compatibilidade


Se tem uma coisa legal em ter um Netbook é a mobilidade.

(Até dei um apelidinho para o meu: Tamagochi...)

Ligar o bichinho em qualquer lugar e consultar e-mails ou pesquisar na internet...

(Claro, editar texto, fazer planilhas…)

É a verdadeira liberdade! 

(Ainda mais com internet móvel!) 

 

mm2Agora, o fim da picada é ter de andar com trezentos mil cabos...

(Alguém já notou quanto espaço esta tralha ocupa na bagagem?)

A esperta aqui, prá variar, tinha de ter esquecido o cabo USB do celular!

Bom, como fazer download das fotos e liberar memória nesta situação?

Adaptador M2/USB!  

 

Quero achar um super-kit-adaptador-universal!

Será que é pedir muito?

quinta-feira, 26 de março de 2009

Postzinho Nerd

 

Estou NO LIMITE com esta coisa de vírus!

 

Por mais que a criatura/infeliz recheie o computador de anti-virus, anti-spyware, firewall…

(E deixe a máquina mais lerda que uma lesma…)

Sempre aparece uma coisinha nova para destroçar o HD!

(Ou não reconhecer algum hardware…)

 

E, lá estou eu, com todo o meu backup das aulas da faculdade “comprometido”.

Da última vez, perdi quase 200Gb em dados no slave!

(E, todo mundo sabe, perder dados é a morte!)

 

Nunca tive este desespero anti-imperialista contra a Microsoft.

(Uma prova disso é este blog...)

Mas, vamos e venhamos, a segurança do Windows está cada vez pior!

 

Minha restrição com GNU/Linux sempre foi a falta de “portabilidade” de harware.

(Praga de fabricantes e seus drivers proprietários!)

Apesar disso, sempre gostei muito das possibilidades abertas pelo APT-GET…

E, bom, não criaram vírus, ainda...

 

Em resumo, estou seriamente tentada  a instalar um Ubuntu no meu micro principal.

(Coisa de nerd ter “micro principal”…)

Dizem que a versão mais recente até fornecerá suporte nativo para a minha internet 3G…

(Se isto for fato...)

sábado, 24 de janeiro de 2009

Um Crime Americano

Não é segredo prá ninguém que eu adoro cinema e DVD...

Apesar de não ser destas criaturas que quase morrem chorando em tudo quanto é filme. 

(Não foi esse, mas teve um filmezito, um único, em que chorei e chorei com vontade mesmo...)

Escolhi "Um Crime Americano" na prateleira da locadora meio que por acaso.

Já havia visto a caixinha outras vezes, mas, por algum motivo, não tinha levado...

 


O filme é baseado na história real de duas irmãs, deixadas na casa de uma mulher, que  em troca de um pagamento semanal, cuidaria delas, enquanto os pais viajavam com o parque de diversões itinerante em que trabalhavam.

De início a mulher parece somente um pouco rígida demais, mas depois passa a tratar a irmã mais velha, Sylvia Likens, com extrema violência.

Não contente em humilhar a menina, espancá-la e obrigá-la a sabe-se Deus o que mais, a tal Sra Baniszewski, a tranca no porão.

Logo as crianças da vizinhança também passam a participar das sessões de tortura e, ainda, escrevem na sua barriga "I'M A PROSTITUTE AND PROUD OF IT!".

 


Ok, provavelmente a menina não era o anjo de candura retratado no filme...

Mas, uma vizinhança inteira acobertando uma sem-vergonhice daquelas!

Hoje, na era dos Direitos Humanos, isso nos choca, parece irreal.

 

Existiria mesmo algo que justifique fazer o que fizeram?

Como é que nenhum vizinho não viu nada?

Não deram pela falta menina?

E os pais das crianças que participavam?

 



Nem sei avaliar se o filme é bom ou ruim, apenas sei que é impossível permanecer inerte após ter assistido uma coisa destas.

Algo que realmente aconteceu e que, provavelmente, foi muito pior do que o filme demonstra...

 


Revoltante! Não existe outra palavra para descrever uma coisa assim!

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Crônicas do Futuro Incerto

 

Desde "A Ilha" fiquei meio traumatizada com ficção futurista, pois esperava um tremenda história.
Aquele negócio de viver em confinamento com medo da atmosfera me lembrava "A Fuga de Logan".

Mas faltou alguma coisa no final...
Perderam a vergonha com esse negócio de clonagem, que era o assunto da moda, e "descambou" para o previsível!


Por indicação, acabei conferindo "Filhos da Esperança".
Me surpreendi com um enredo interessante!

O final, prá variar, não é lá essas coisas, mas a premissa é muito bem bolada.

Literalmente não existem perspectivas: a raça humana perdeu a fertilidade e por 18 anos não ocorre nenhum nascimento.
Para piorar a situação, a pessoa mais jovem do planeta é assassinada.
O clássico herói está protegendo uma mulher que inexplicavelmente surge grávida...

 

As vezes fico pensando porque este gênero de filmes é tão "desalentador"...
Aquele futuro é bem possível sim: pobreza generalizada, guerrilha urbana, epidemia global...
Ok, sempre surge uma "luz no fim do túnel", mas a vida real é assim?
Vai saber...

 

Mesmo assim, vale a pena pensar sobre como as coisas que fazemos hoje irão influenciar o mundo amanhã...
A política internacional, a poluição e o aquecimento global estão aí...

Será que cada um de nós faz a sua parte?
De um jeito ou de outro, um dia saberemos...

domingo, 20 de janeiro de 2008

Elites e Tropas

 

Pois é...

Fui superativada por uma dose de chimarrão como el diablo gusta.

Na seqüência um quilômetrozinho de natação...

Se não fosse quase meia-noite, corria o risco de faxinar a casa! (Menos...)

 

Andei "levando nos dedos" por estar fazendo muito post "encheção de morcilha"...

Resolvi parar de enrolar e escrever sobre o "Tropa de Elite".

Lembrando o post passado, estou em litígio com esta questão de filmes e livros!

 

Assisti o Tropa de Elite no cinema.

Nem baixei de internet, fui ver no telão mesmo...

Lavagem cerebral geral: Não alimentar o submundo do crime, "descer porrada" na bandidagem, aquela coisa toda.

Segundo comentários de um pessoal "mais reacionário", podia ter sido "um pouquinho mais violento"...

(Povo que viveu na ditadura não é fácil...)

 

Não é um filme excepcional...

Dá prá assistir...

A trilha sonora é boa... (Tem gente direto no "tropa de elite, osso duro de roer"...)

Mas o filme não é nenhum achado. (Sou muito mais "A Partilha"...)

 

Na primeira oportunidade me toquei a ler o livro "Elite da Tropa".

Surpresa! Cadê o Capitão Nascimento?

Roteiristas me surpreendem cada vez mais...

Superação total: Um filme baseado num livro que não possui absolutamente nada do que é mostrado na tela!

(Bom, tem o BOPE "baixando o cacete" no pessoal da periferia...)

Pode? Bom, no Brasil pode tudo!

 

Mas o livro é uma das melhores coisas que li nos últimos tempos.


Sem aquele ar "politicamente correto" de Direitos Humanos.

(Que todo mundo é a favor, até algum amigo ou parente ser vítima da violência urbana...)

Sem aquela hipocrisia barata: "Vamos fingir que é assim, mas vamos fazer de outro jeito".

Não! Os autores contam do jeito que se vê na televisão, nas ruas...

(Em tese, é tudo baseado em "fatos reais!")

 

Mais uma vez vence o livro...

Fazer o quê?

Mas ainda custo a acreditar naquela história de "o livro sempre vai ser melhor porque você utiliza sua imaginação..."

 

EM BREVE: "Eu Sou a Lenda" ou qualquer outro delírio psicótico que apareça antes!

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Harry Potter & A Bússola de Ouro

Parece que virou moda mesmo esse negócio de adaptação cinematográfica...
E tem um monte de gente usando essa desculpa prá não ler os livros e ainda fazer pose de intelectual...

Se bem que ler "Harry Potter e" não pode ser considerado sinônimo de grande atividade cerebral, mas ao menos demonstra que o interlocutor não é analfabeto. 

 

Sete livros: Tudo estava indo bem, mas no último a "tia JK" leu fanfic demais na internet e perdeu a mão...

Sete filmes: Ainda faltam dois...
Os dois primeiros são versões perfeitas: é o que está no livro, sem tirar nem por...
A partir do terceiro, o preferido de muita gente, é que a coisa começou a mudar... Os filmes começaram a se distanciar dos livros, mas nada que chegasse a comprometer a história original... (Bom, o pessoal da batalha dos shippers pode discordar, porque neste aspecto foi um fiasco mesmo!)
O quarto filme, na minha opinião, é o melhor de todos. (Foi o que me fez ler os livros!)

Ainda bem que terminei de ler antes de assistir o filme seguinte, pois este sim, foi um verdadeiro vexame!


 

Mas, afinal, onde entra a tal Bússola de Ouro na história de Harry Potter?

Pois é... Não entra, é outra coisa completamente diferente!

 

Assisti o trailer do filme e desconfiei que a história pudesse ser interessante.

Desta vez, resolvi fazer o caminho inverso e iniciar pelo livro para depois ver o filme...
O roteirista re-escreveu a história: misturou dois personagens em um, não matou quem devia matar, omitiu detalhes importantíssimos...
Uma pena! O livro é milhares de vezes melhor que o filme.

E a história, diferentemente do Harry Potter da JK (Por favor, sem retaliação!), possui toda uma trama político religiosa.
É uma obra que vale a pena ser conferida, com a devida liberdade de interpretação.

 

Enfim, isso tudo só leva a uma conclusão: Livro continua sendo melhor que filme.
Sinto muito por quem não tem paciência prá leitura...

Escritores ingleses ainda são os melhores.

Eu não devia ter parado de ler Shakespeare.
Um dia ainda lerei Jane Austen prá poder falar mal da cara de lesa da Keira Knightley interpretando a Lizzy...